Chove lá fora
mas quem troveja
sou eu.
Severina
(via enlevar)
Achas mesmo que belas palavras já não venham mais a cabeça quando penso em ti menina?
Ó menina, como te deixas enganar assim?
Ó menina, como ousas deixar apagar aquele teu sorriso que vivia a trombar ao meu?
Ó menina, venha cá, me deixe te cuidar, me deixe lhe apresentar este amor maduro, és tão doce, tão teu.
Ó menina, traga teus belos olhos grandes e inocentes pra nosso lar outra vez.